Após a homologação do acordo
no Ministério Público do Trabalho (MPT), o presidente do Sindicato dos
Rodoviários de Campos, Roberto Virgílio, afirmou que nesta quarta-feira
(25/04), toda a frota de ônibus estará circulando normalmente.
Três empresas de ônibus não eram a favor do aumento, a Cordeiro, Progresso e Rogil, mas no início da noite os empresários entraram em contato com o sindicato mudando de opinião. "Estou com o documento pronto e vou levar para os responsáveis por essas empresas assinarem. Amanhã toda a frota vai estar de volta nas ruas de Campos", disse.
Antes da reunião as empresas São Salvador, São João, Tamandaré, Conquistense, São Cristóvão, Jacarandá, Brasil, e Geratur já haviam assinado o acordo do aumento de 16% no salário da categoria. A Campostur não precisou assinar o acordo, pois desde a última quarta-feira (17/04), concedeu os 23% de aumento solicitados.
No final da manhã desta terça-feira (24/04), os rodoviários aceitaram a proposta de aumento de 16% feita pelo Sindicato Patronal, passando a valer no dia 01 de maio, mais 7% em março de 2013, além de um cartão concedendo descontos de 20% em estabelecimento conveniados. O acordo foi fechado um dia antes do julgamento da ilegalidade da greve, na Vara do Trabalho.
A
reunião contou com a participação do Presidente da Federação
Interestadual dos Trabalhadores do Transporte Rodoviários, Antônio de
Freitas Tristão que expôs os termos do acordo aos sindicalizados.
Segundo ele, ao recusarem a proposta, correria-se o risco da questão ser
resolvida na justiça, assim como a ilegalidade do movimento, que seria
julgada nesta quarta-feira (25/04), questões que poderiam acarretar na
perda de todos os benefícios conquistados até então.
Pela manhã, oito empresas de ônibus assinaram o acordo e apenas cinco, Siqueira, Rogil, Cordeiro, Turisguá e Progresso não concordaram com os termos que deveriam por fim à greve e os funcionários destas empresas deveriam continuar parados até que suas causas fossem igualadas aos demais membros do sindicato. Já os trabalhadores das outras duas empresas decidiram, aceitar o acordo.

Na ocasião o advogado da Federação, César Catão disse lamentar a não adesão das empresas, mas assegurou que a continuidade do movimento, por parte destes trabalhadores seria legítima e que os mesmo receberiam todo o apoio.
“Não podemos admitir que a questão desses trabalhadores seja diferenciada para pior. Se fosse para melhor tudo bem, seria a política da empresa, mas para pior, não. O movimento para estes deve continuar com todo o apoio do sindicato e da Federação.” Disse o advogado que revelou ainda que com a equiparação salarial, em março de 2013, a luta da categoria por melhores condições de trabalho em Campos deve ser unificada com as revindicações da categoria na Capital.
Para
Roberto Virgílio o movimento foi satisfatório, já que se correria o
risco de perder o que já foi conquistado. “Nenhuma conquista é obtida de
uma só vez. É preciso saber a hora de parar, sem abandonar a causa.”
Um levantamento da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes (CNTT), revelou que 78% dos trabalhadores rodoviários de todo país, o que corresponde a 37 mil, conquistaram aumentos reais nos salários, enquanto que 22%, ou seja, algo em torno de 18 mil ficaram abaixo da inflação. A data-base deste setor é 1º de maio e a inflação medida pelo INPC-IBGE no período foi de 5,5%.
O
acordo fechado nesta terça-feira (24/04), fez com que a categoria, em
Campos, conquistasse o maior aumento em todo o país. Antes, Cuiabá,
capital de Mato Grosso, havia sido a cidade onde se teve o maior aumento
real da categoria no ano, com 6,14%. No Rio, os trabalhadores
reivindicavam 16% o acordo foi fechado em 10%, conforme revelou o
Presidente do Sindicato Municipal dos Motoristas e Cobradores do Rio de
Janeiro, José Carlos Sacramento.
O acordo foi assinado pelo Sindicato Patronal e pelo Sindicato dos Rodoviários e homologado no Ministério Público do Trabalho.
Fonte: ururau
Três empresas de ônibus não eram a favor do aumento, a Cordeiro, Progresso e Rogil, mas no início da noite os empresários entraram em contato com o sindicato mudando de opinião. "Estou com o documento pronto e vou levar para os responsáveis por essas empresas assinarem. Amanhã toda a frota vai estar de volta nas ruas de Campos", disse.
Antes da reunião as empresas São Salvador, São João, Tamandaré, Conquistense, São Cristóvão, Jacarandá, Brasil, e Geratur já haviam assinado o acordo do aumento de 16% no salário da categoria. A Campostur não precisou assinar o acordo, pois desde a última quarta-feira (17/04), concedeu os 23% de aumento solicitados.
No final da manhã desta terça-feira (24/04), os rodoviários aceitaram a proposta de aumento de 16% feita pelo Sindicato Patronal, passando a valer no dia 01 de maio, mais 7% em março de 2013, além de um cartão concedendo descontos de 20% em estabelecimento conveniados. O acordo foi fechado um dia antes do julgamento da ilegalidade da greve, na Vara do Trabalho.
Pela manhã, oito empresas de ônibus assinaram o acordo e apenas cinco, Siqueira, Rogil, Cordeiro, Turisguá e Progresso não concordaram com os termos que deveriam por fim à greve e os funcionários destas empresas deveriam continuar parados até que suas causas fossem igualadas aos demais membros do sindicato. Já os trabalhadores das outras duas empresas decidiram, aceitar o acordo.
Na ocasião o advogado da Federação, César Catão disse lamentar a não adesão das empresas, mas assegurou que a continuidade do movimento, por parte destes trabalhadores seria legítima e que os mesmo receberiam todo o apoio.
“Não podemos admitir que a questão desses trabalhadores seja diferenciada para pior. Se fosse para melhor tudo bem, seria a política da empresa, mas para pior, não. O movimento para estes deve continuar com todo o apoio do sindicato e da Federação.” Disse o advogado que revelou ainda que com a equiparação salarial, em março de 2013, a luta da categoria por melhores condições de trabalho em Campos deve ser unificada com as revindicações da categoria na Capital.
Um levantamento da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes (CNTT), revelou que 78% dos trabalhadores rodoviários de todo país, o que corresponde a 37 mil, conquistaram aumentos reais nos salários, enquanto que 22%, ou seja, algo em torno de 18 mil ficaram abaixo da inflação. A data-base deste setor é 1º de maio e a inflação medida pelo INPC-IBGE no período foi de 5,5%.
O acordo foi assinado pelo Sindicato Patronal e pelo Sindicato dos Rodoviários e homologado no Ministério Público do Trabalho.
Fonte: ururau
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