Em julho de 2010, a Procuradoria-Geral da República de Portugal recebeu uma denúncia do Ministério Público de São Paulo apontando que pessoas e empresas ligadas à Igreja Universal do Reino de Deus estavam sendo investigadas por lavagem de dinheiro e “desvio de valores, para enriquecimento de particulares”, de acordo com o documento do MP.
Pelas acusações dos promotores paulistas, havia indícios de que parte da suposta operação passasse por contas-correntes de bancos da capital portuguesa, Lisboa, e da Ilha da Madeira. Mas a Procuradoria-Geral de Portugal isentou completamente a Igreja Universal de qualquer crime financeiro e a denúncia do Ministério Público de São Paulo foi arquivada.
A Unidade de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária de Portugal, incumbida do caso, investigou durante um ano as alegadas irregularidades da Igreja Universal junto a instituições financeiras, à direção-geral de impostos e à Justiça e nada encontrou.
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