Catolicismo, protestantismo e espiritismo falam sobre comemoração
Entre tradições, simbologias e crenças é chegada a hora da maior festa cristã e judaica, a Páscoa, que significa passagem, da morte para a vida eterna, através da ressurreição de Jesus Cristo.
Apesar de ser uma festa cristã, muitos se aproveitam do feriado e compartilham dos costumes vivenciados pela época, sem a menor pretensão de compreendê-los. Para o comércio, esta é a oportunidade de alavancar as vendas, enquanto crianças e adultos podem encarar como um momento propício para se deliciarem com os ovos de Páscoa, além das demais comidas típicas, como o tradicional bacalhau e a canjica.
Este é o único dia do ano que a igreja Católica não celebra a santa missa, já que a morte foi consumada. Fiéis jejuam e não comem carne, como forma de renúncia aos prazeres da carne direcionando suas vidas para o céu.
Mais que na verdade os prazeres da carna quer dizer o pecado carnal assim como diz na palavra de Deus, ou seja a Biblia Sagrada
Segundo o Padre da Paróquia Santa Terezinha, Gilmar dos Prazeres Silva, apesar da quaresma, período de quarenta dias de introspecção religiosa que antecede à Páscoa, começar imediatamente após o carnaval, é fundamental que fiéis estejam informados para não adotarem falsas tradições.
“A data da Páscoa não tem relação com o Carnaval. A data é fixada no calendário por meio de um ciclo lunar. É a primeira lua cheia, da primavera, no hemisfério Norte. Então, a festa do ano que vem já tem data marcada, (31/03). Em relação aos ovos e coelhos, podemos até acolher a idéia, se considerarmos que representam fertilidade e vida. Porém, tudo isso não passa de simbologia, o mais importante é que vencemos a morte por meio da crucificação de Jesus Cristo”. Disse Pe. Gilmar.
Para o Catolicismo, o Tempo da Quaresma - dias de forte conversão, penitência, jejum e oração em preparação para a crucificação do Senhor - remete ao tempo que Jesus passou em jejum no deserto para fazer cumprir a vontade do Pai, a crucificação. Comemora-se também nestes dias, o fim da escravidão dos israelitas no Egito, onde o mar vermelho se abriu e o povo passou a ser liberto para a terra prometida.
Neste período não se diz o Aleluia, nem se canta o Glória a Deus nas alturas, para que as manifestações de alegria sejam expressadas de forma mais intensa no domingo de Páscoa.
A Quaresma inicia com a Quarta-feira de Cinzas tendo fim na manhã da Quinta-feira Santa. Inicia-se então, o Tríduo Pascal, quinta, sexta e sábado, ou seja, os três dias que antecedem o domingo de Páscoa.
Também na Quarta-feira de Cinzas é lançada a Campanha da Fraternidade, cujo tema deste ano é “Fraternidade e Saúde Pública”. O objetivo é valorizar a dignidade da vida humana e fornecer esperança aos enfermos, já que é através da morte se alcança a vida eterna.
Segundo o Bispo Dom Roberto Francisco Ferrería Paz, a Semana Santa é tempo de intensificação das orações e também de muita festa para Igreja, que segue tradições como procissões, missas, vigílias, teatro revivendo textos bíblicos e períodos históricos.
“São verdadeiramente importantes para igreja católica as tradições das procissões litúrgicas e históricas que ocorrem durante a Semana Santa, realizadas somente pelos católicos. No último domingo (01/04) celebramos a bênção de ramos. A quinta-feira (05/04) deu início ao Tríduo Pascal com a missa da Ceia do Senhor e Lava-pés. Sexta-feira (06/04) celebra-se a Paixão e Morte de Jesus Cristo. Sábado (07/04), vigília em contemplação a Jesus morto e sepultado. Por fim, o momento maior, o Domingo de Páscoa (08/04), a Ressurreição de Cristo”. Disse o Bispo.
OUTRAS RELIGIÕES
Na visão da Igreja Evangélica, simbologias e tradições podem tirar o foco do verdadeiro significado da Páscoa, e pior, iludir fiéis. Segundo o Pastor da Igreja Semear, Eraldo da Silva Gomes, a páscoa representa a morte do Cordeiro de Deus, que é Jesus Cristo crucificado para aniquilar o pecado da humanidade. A maioria das tradições como procissões, abstinência a carne e quaresma, não são seguidas.
Apesar de considerar a semana santa, os festejos são marcados de acordo com a agenda de programação da Igreja. Na Igreja Semear, por exemplo, as apresentações de teatro, dança, louvores e pregações serão realizadas uma semana depois.
“Religiões deixam implementar em suas igrejas coisas que vem de fora, seguindo determinadas tradições e festas que Deus jamais mandou que celebrasse, já que não consta na bíblia. Tradições criadas pelo comércio, como coelho e ovos de páscoa, iludem a população a beneficiá-los economicamente”. Ressaltou o Pastor acrescentando que os únicos dias considerados comemorativos pelos evangélicos são: Pentecoste, Páscoa e Tabernáculo.
Já o espiritismo não considera esta data. Segundo a Presidente da Liga Espírita de Campos, Dr. Ionilda Veloso Carvalho não há data específica para se falar em renovação.
“Não comemoramos como os judaicos e cristãos, assim como não seguimos as tradições católicas. A renovação e evolução do espírito é um processo íntimo, de continuidade no nosso cotidiano”. Finalizou Ionilda.

Apesar de ser uma festa cristã, muitos se aproveitam do feriado e compartilham dos costumes vivenciados pela época, sem a menor pretensão de compreendê-los. Para o comércio, esta é a oportunidade de alavancar as vendas, enquanto crianças e adultos podem encarar como um momento propício para se deliciarem com os ovos de Páscoa, além das demais comidas típicas, como o tradicional bacalhau e a canjica.
Este é o único dia do ano que a igreja Católica não celebra a santa missa, já que a morte foi consumada. Fiéis jejuam e não comem carne, como forma de renúncia aos prazeres da carne direcionando suas vidas para o céu.
Mais que na verdade os prazeres da carna quer dizer o pecado carnal assim como diz na palavra de Deus, ou seja a Biblia Sagrada
Segundo o Padre da Paróquia Santa Terezinha, Gilmar dos Prazeres Silva, apesar da quaresma, período de quarenta dias de introspecção religiosa que antecede à Páscoa, começar imediatamente após o carnaval, é fundamental que fiéis estejam informados para não adotarem falsas tradições.
“A data da Páscoa não tem relação com o Carnaval. A data é fixada no calendário por meio de um ciclo lunar. É a primeira lua cheia, da primavera, no hemisfério Norte. Então, a festa do ano que vem já tem data marcada, (31/03). Em relação aos ovos e coelhos, podemos até acolher a idéia, se considerarmos que representam fertilidade e vida. Porém, tudo isso não passa de simbologia, o mais importante é que vencemos a morte por meio da crucificação de Jesus Cristo”. Disse Pe. Gilmar.
Para o Catolicismo, o Tempo da Quaresma - dias de forte conversão, penitência, jejum e oração em preparação para a crucificação do Senhor - remete ao tempo que Jesus passou em jejum no deserto para fazer cumprir a vontade do Pai, a crucificação. Comemora-se também nestes dias, o fim da escravidão dos israelitas no Egito, onde o mar vermelho se abriu e o povo passou a ser liberto para a terra prometida.
Neste período não se diz o Aleluia, nem se canta o Glória a Deus nas alturas, para que as manifestações de alegria sejam expressadas de forma mais intensa no domingo de Páscoa.
A Quaresma inicia com a Quarta-feira de Cinzas tendo fim na manhã da Quinta-feira Santa. Inicia-se então, o Tríduo Pascal, quinta, sexta e sábado, ou seja, os três dias que antecedem o domingo de Páscoa.
Também na Quarta-feira de Cinzas é lançada a Campanha da Fraternidade, cujo tema deste ano é “Fraternidade e Saúde Pública”. O objetivo é valorizar a dignidade da vida humana e fornecer esperança aos enfermos, já que é através da morte se alcança a vida eterna.
Segundo o Bispo Dom Roberto Francisco Ferrería Paz, a Semana Santa é tempo de intensificação das orações e também de muita festa para Igreja, que segue tradições como procissões, missas, vigílias, teatro revivendo textos bíblicos e períodos históricos.
“São verdadeiramente importantes para igreja católica as tradições das procissões litúrgicas e históricas que ocorrem durante a Semana Santa, realizadas somente pelos católicos. No último domingo (01/04) celebramos a bênção de ramos. A quinta-feira (05/04) deu início ao Tríduo Pascal com a missa da Ceia do Senhor e Lava-pés. Sexta-feira (06/04) celebra-se a Paixão e Morte de Jesus Cristo. Sábado (07/04), vigília em contemplação a Jesus morto e sepultado. Por fim, o momento maior, o Domingo de Páscoa (08/04), a Ressurreição de Cristo”. Disse o Bispo.
OUTRAS RELIGIÕES
Na visão da Igreja Evangélica, simbologias e tradições podem tirar o foco do verdadeiro significado da Páscoa, e pior, iludir fiéis. Segundo o Pastor da Igreja Semear, Eraldo da Silva Gomes, a páscoa representa a morte do Cordeiro de Deus, que é Jesus Cristo crucificado para aniquilar o pecado da humanidade. A maioria das tradições como procissões, abstinência a carne e quaresma, não são seguidas.
Apesar de considerar a semana santa, os festejos são marcados de acordo com a agenda de programação da Igreja. Na Igreja Semear, por exemplo, as apresentações de teatro, dança, louvores e pregações serão realizadas uma semana depois. “Religiões deixam implementar em suas igrejas coisas que vem de fora, seguindo determinadas tradições e festas que Deus jamais mandou que celebrasse, já que não consta na bíblia. Tradições criadas pelo comércio, como coelho e ovos de páscoa, iludem a população a beneficiá-los economicamente”. Ressaltou o Pastor acrescentando que os únicos dias considerados comemorativos pelos evangélicos são: Pentecoste, Páscoa e Tabernáculo.
Já o espiritismo não considera esta data. Segundo a Presidente da Liga Espírita de Campos, Dr. Ionilda Veloso Carvalho não há data específica para se falar em renovação.
“Não comemoramos como os judaicos e cristãos, assim como não seguimos as tradições católicas. A renovação e evolução do espírito é um processo íntimo, de continuidade no nosso cotidiano”. Finalizou Ionilda.





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