sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Minc: obras emergenciais contra enchentes em Campos e SJB só no final do mês


A Secretaria Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro inicia, até o fim deste mês, realizará ações emergenciais no Norte e Noroeste Fluminense e na região serrana, utilizando parte dos recursos federais que chegaram para o estado, no montante de R$ 320 milhões.
O secretário do Ambiente, Carlos Minc, disse nesta quinta-feira que serão feitas dragagens mais profundas em mais 15 rios da região. Serão licitadas obras para a construção de oito parques fluviais, “que garantem a proteção dos rios, atividades como ciclovias, esporte, hortos, mas evitam que se tenha gente morando em local que vai encher, para que as pessoas não morram”.
“São três desvios de rios e um reservatório grande que vão, definitivamente, resolver os problemas de inundação”. Outra obra grande na região, com recursos federais e estaduais, é a recuperação dos canais de Campos, visando impedir enchentes nas áreas situadas entre Campos e São Francisco do Itabapoana e São João da Barra, em torno da Lagoa Feia. Minc destacou que vários canais já foram recuperados, envolvendo recursos no valor de R$ 100 milhões.
A expectativa do secretário é licitar as novas obras agora, para que elas possam ser iniciadas entre abril e maio próximos. Carlos Minc destacou ainda a necessidade de ser construída uma barragem em Minas Gerais, porque, segundo ele, boa parte do volume de água que chega ao estado do Rio vem de Minas. “O Rio Muriaé está dentro de uma bacia hidrográfica federal”, lembrou.
No noroeste do estado, foram criados 15 hortos municipais e foi feita a dragagem em 30 rios e córregos, de forma preventiva, por meio do projeto de desassoreamento e limpeza Limpa Rio, para evitar o aumento do nível de água. As obras, a partir de agora, terão como foco o desvio de rios que passam no meio de várias cidades”. O Rio Muriaé é um desses exemplos, tendo seu curso iniciado em Minas Gerais e, depois, passando pelos municípios de Lajes do Muriaé, Itaperuna e Italva, no estado do Rio.
O desvio do Rio Muriaé envolve investimentos de R$ 40 milhões e conta com recursos federais e do Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano (Fecam).

Fonte: campos24horas

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