
A Polícia Federal cumpriu, nesta quarta-feira (7), um mandado judicial de busca e apreensão na sede do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), no Centro da cidade. Os agentes estiveram pela manhã no setor de recursos humanos e apreenderam documentos com nomes de funcionários ativos e inativos do tribunal.
A operação aconteceu por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O Ministério Público Federal (MPF) confirmou o pedido ao STJ para a operação da Polícia Federal. Mas alegando que a investigação é sigilosa, não informou qual foi o objetivo do pedido destes documentos.
Em 2009, a deputada Cidinha Campos (PDT) presidiu uma CPI para investigar denúncias de corrupção praticada por conselheiros do TCE-RJ e também por sócios da empresa Instituto de Gestão Fiscal - Grupo Sim. Segundo as investigações da CPI, a Sim prestava "consultoria especial" para que municípios fluminenses com irregularidades em suas contas, tivessem estas mesmas contas aprovadas pelo TCE-RJ.
Em 2009, a deputada Cidinha Campos (PDT) presidiu uma CPI para investigar denúncias de corrupção praticada por conselheiros do TCE-RJ e também por sócios da empresa Instituto de Gestão Fiscal - Grupo Sim. Segundo as investigações da CPI, a Sim prestava "consultoria especial" para que municípios fluminenses com irregularidades em suas contas, tivessem estas mesmas contas aprovadas pelo TCE-RJ.
Durante a CPI, a comissão passou a investigar também denúncias de que havia funcionários contratados de maneira irregular no TCE-RJ. Os atos de improbidade viraram investigações no Ministério Público estadual e, posteriormente, na Procuradoria Geral da República.
De acordo com a denúncia, conselheiros do TCE-RJ requisitavam servidores de municípios do Rio para prestarem serviços em seu gabinete. Mas na verdade essas pessoas não eram servidoras públicas. Há suspeitas de que são funcionários fantasmas.
De acordo com a denúncia, conselheiros do TCE-RJ requisitavam servidores de municípios do Rio para prestarem serviços em seu gabinete. Mas na verdade essas pessoas não eram servidoras públicas. Há suspeitas de que são funcionários fantasmas.
O relatório final da CPI pediu a abertura de uma ação penal no Superior Tribunal de Justiça. O documento foi encaminhado à Procuradoria Geral da República e também a outros órgãos do executivo, judiciário e do legislativo.
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