domingo, 11 de dezembro de 2011

Campos só perde para o Rio em investimentos

Campos figura em destaque em mais um ranking das cidades do Brasil: é o município que teve a maior injeção de recursos públicos municipais per capita, com média de R$ 1.003,15 de São Paulo, que aplicou R$ 3.152,1 bilhões para uma população de 11,2 milhões de pessoas. O levantamento oficial consta no Anuário de Finanças da Frente Nacional de Prefeitos, citando o investimento feito pela Prefeitura de Campos no ano de 2010, da ordem de R$ 465 milhões para pouco mais de 400 mil habitantes.
No Estado do Rio de Janeiro, o município de Campos só ficou atrás da capital, que tem a sede do Governo do Estado, e que teve investimentos de R$ 1,6 milhões.
O economista Ranulfo Vidigal, que é presidente do Centro de Informaçõs e Dados de Campos (Cidac) destaca que os dados corroboram o que já havia sido constatado e divulgado pelo Anuário de Finanças Fluminenses, editado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, que mostrou Campos em primeiro lugar entre os 91 municípios do interior fluminense e região do Grande Rio, superando cidades com pólo industrial consolidado, como Duque de Caxias, Niterói, e São Gonçalo.
Para o secretário de Comunicação de Campos, Mauro Silva, “os dados comprovam o acerto da administração da prefeita Rosinha Garotinho, que em sua gestão tem feito Campos ocupar o lugar de destaque no cenário nacional com boas notícias, e que tem investido os recursos dos royalties do petróleo para gerar melhoria da qualidade de vida e resgatar a auto-estima dos campistas”.
Prioridades do governo em vários setores
Na ótica de Ranulfo Vidigal, basta observar a qualidade de vida da população diante do momento que atravessa a economia campista.
“Quando se quer identificar a qualidade de vida de uma cidade, alguns itens são relevantemente importantes. Neste contexto, no ranking internacional das melhores cidades do munido são levados em consideração itens ligados aos investimentos públicos, como por exemplo, investimentos em infraestrutura (saneamento básico, que é extensão de redes de água potável, de coleta de esgotamento sanitário, asfaltamento), praças com equipamentos públicos, habitação, ambiente social e em programas de geração de empregos e renda”, informou.
Indagado o que destacaria no atual governo de Campos, que foi capaz de mudar a qualidade de vida no município, Ranulfo destacou as prioridades do governo Rosinha Garotinho, e classificou como acertadas. “O atual governo em Campos tem três prioridades claras como meta: desenvolvimento sustentável, transferência de renda e infraestrutura. As outras variáveis são o ambiente político de estabilidade, nesta segunda metade do governo e o ambiente econômico, que é muito bom, com resultados positivos da política pública de geração de emprego, que é crescente. Um dado também bastante positivo é a participação comunitária no governo, através do Conselho Municipal para o Desenvolvimento Sustentável (Comudes), criado pela prefeita Rosinha Garotinho. Os investimentos maciços na área da Saúde, que é tomada como parâmetros pelo Ministério da Saúde, tem investimento percapita (por pessoa/ano) de R$ 900,00, e representa ser três vezes maior que a da cidade do Rio de Janeiro, que é de R$ 300,00. O pólo universitário bem estruturado com cerca de 40 mil universitários atrai jovens de diversas cidades do Brasil com poder aquisitivo mais elevado para a cidade. E por fim, a cidade já desponta com um pólo de lazer atraente, dotado de rede de cinemas, boates, e teatros com eventos de qualidade”, avaliou Ranulfo.
Em 2010, a Prefeitura de Campos fez investimentos de R$ 465 milhões para pouco mais de 400 mil habitantes
Créditos: Jornal O Diário

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