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A empresa instalou computadores e câmeras pelas ruas do Rio que enviam imagens em tempo real para o Centro de Operações do Rio, mapas com informações sobre a rede elétrica e máquinas para previsões meteorológicas. O local - o Centro de Operações Rio - junta os conceitos da IBM para o desenvolvimento de uma cidade inteligente.
O programa começou em 2011 e, até agora, foram investidos 15 milhões em infraestrutura e 10 milhões no projeto tecnológico, de acordo com a CRN. O centro é usado para prever eventos, gerar alertas e gerenciar crises na cidade. Com a proximidade de grandes eventos como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, o Rio de Janeiro vê o uso da tecnologia como forma de evitar alguns problemas que a cidade pode enfrentar - ou, pelo menos, agilizar a resposta dada pelos governantes para eventuais desastres que podem acontecer.
Em abril de 2010, por exemplo, uma série de enchentes deixou mais de 15 mil pessoas sem casa - o projeto da cidade inteligente ajudaria a prever os efeitos que as chuvas causariam na cidade e, assim, poderia contribuir para tirar a população das regiões de risco.
A IBM investe em diversas cidades no mundo para conciliar o uso de tecnologia com o desenvolvimento local. Em Portland, nos Estados Unidos, a empresa desenvolveu um software que simula a cidade e ajuda os governantes a avaliarem possíveis efeitos futuros de políticas públicas.
Fonte: olhar digital

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