terça-feira, 29 de novembro de 2011

Grupo EBX mantém Centro de Conhecimento em São João da Barra


Disponibilizar para a sociedade um arquivo técnico e cultural da região de São João da Barra e ser um local neutro para estudos e fóruns sobre todo o território. Esse é o objetivo do Centro de Conhecimento, espaço criado pelo Instituto BioAtlântica em parceria com o Grupo EBX em São João da Barra (RJ).
Desenvolvido com base no conceito da GIT (Gestão Integrada do Território), o Centro de Conhecimento funciona como local para encontro de pessoas com diferentes culturas e visões do território. Essa troca de conhecimento possibilita a comunidade, através de uma visão futura da situação do território e dos dilemas gerados em cada indivíduo da sociedade, melhorar a realidade local em todas as suas dimensões.
Inaugurado em julho deste ano, o Centro de Conhecimento conta com acervo formado por teses de mestrado, doutorado e estudos sobre São João da Barra. Dentre os documentos, estão mais de 130 títulos sobre a região e o desenvolvimento das cidades, além de documentos digitalizados, artigos e teses. Mais de 30 estudos e relatórios sobre o Superporto do Açu, em construção no município, também estão disponíveis.
O local é procurado por estudantes que buscam informações e registros na área ambiental, social e sobre o desenvolvimento econômico da região. Desde sua inauguração em 04 de julho de 2011 cerca de 30 pessoas de Campos dos Goytacazes, São Fidélis e São João da Barra já utilizaram o espaço para pesquisas e reuniões.
No Centro de Conhecimento, também acontecem reuniões de representantes da comunidade, assim como os Foros Temáticos, onde grupos de pessoas interagem e buscam soluções conjuntas para o futuro do território.
O Centro de Conhecimento funciona de segunda a sexta-feira, das 09 às 18 horas, na Rua Antônio Braga, 78 – no centro de São João da Barra. No período dos foros, que são realizados mensalmente, ele funciona até às 22h.
Conheça a GIT
A GIT é um conjunto de metodologias desenvolvidas por pesquisadores do Brasil e de Portugal orientadas para a integração das intervenções humanas (das empresas, do poder público, das ONGs e dos cidadãos em geral) no território, visando o desenvolvimento sustentável.
A GIT parte da compreensão de que a realidade é sempre integrada, embora nossas ações possam não o ser, seja porque cada um olha para a sua especialidade, seja porque o entendimento de cada um sobre a realidade depende de sua formação cultural. Diferentes culturas “enxergam” diferentes detalhes no território, e isso provoca muitas vezes equívocos, tensões, conflitos e desperdício de investimentos.
Assim, a GIT agrega ao “tripé da sustentabilidade” (economia, sociedade, ambiente) a dimensão da cultura e do patrimônio. Esta articulação permite usar ao máximo os novos conhecimentos gerados pela pesquisa em favor de soluções logísticas cada vez mais eficientes e sustentáveis.
Fonte: portalozk.com

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