
Arte montada pelo MP mostra rede armada para matar a juíza
O ex-comandante da PM coronel Mário Sérgio Duarte deve participar de audiência de instrução no Fórum de Niterói marcada para esta sexta-feira (11) sobre o assassinato da juíza Patrícia Acioli, morta com 21 tiros no dia 11 de agosto. Mário Sérgio pediu a demissão do cargo após a polícia prender o tenente-coronel Cláudio Oliveira, que comandava o Batalhão de São Gonçalo (7º BPM) e apontado como mentor do crime.
Segundo o Tribunal de Justiça do Rio, serão ouvidas cerca de 150 testemunhas de defesa e acusação, além dos 11 policiais militares acusados de matar a juíza. O primeiro dia de audiência aconteceu na quarta-feira (9), quando foram ouvidas as sete testemunhas convocadas pela acusação.
Segundo o Tribunal de Justiça do Rio, serão ouvidas cerca de 150 testemunhas de defesa e acusação, além dos 11 policiais militares acusados de matar a juíza. O primeiro dia de audiência aconteceu na quarta-feira (9), quando foram ouvidas as sete testemunhas convocadas pela acusação.
Serão ao menos cinco dias de depoimentos, marcados para esta sexta-feira (11) e para os dias 16, 17 e 18 de novembro. A partir desta sexta-feira, começam os depoimentos das testemunhas convocadas pela defesa.
Denúncia
No dia 10 de agosto, os 11 suspeitos do assassinato foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio triplamente qualificado e dez deles por formação de quadrilha.
O MP pediu ainda a transferência do tenente-coronel Cláudio Luiz de Oliveira e do tenente Daniel Benitez Lopez para um presídio de segurança máxima fora do Rio de Janeiro. O pedido foi negado pela Justiça no dia 4 de novembro.
Na terça-feira passada (8), o desembargador Valmir de Oliveira Silva da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio negou o pedido de liberdade para o tenente-coronel Cláudio Luiz de Oliveira.
Fonte: R7.com
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