Cerca de 20 pessoas receberam óculos de grau nesta segunda-feira (17), na sede da Secretaria de Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos de São João da Barra. A distribuição gratuita vinculada ao Programa Municipal de Órtese e Prótese tem a finalidade de inclusão social da pessoa com deficiência na visão. Estima-se que 20% da população necessitam usar óculos ao longo da vida visando à correção ótica, seja para enxergar melhor de perto ou de longe.O secretário de Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos, José Amaro Martins de Souza, o Neco, disse que a próxima entrega será feita no mês de novembro. “Efetuamos a entrega mensalmente tendo em vista que o relacionamento visual é de suma importância para o cidadão, de modo que qualquer anormalidade nos olhos pode levar à dificuldade no aprendizado, no relacionamento social e diminuição no rendimento de atividades físicas e intelectuais”, explica.
Segundo Neco a importância de ter o desenvolvimento ocular ao longo da vida acompanhado por um oftalmologista, o único capacitado a receitar os óculos ao cidadão, é indiscutível. “Por isso que o primeiro passo é marcar uma consulta médica na Santa Casa ou na Policlínica, no Centro”, destaca, acrescentando que em seguida os pacientes que tenham renda familiar de até dois salários mínimos devem fazer o cadastro no CRAS portando os documentos de identidade, CPF, comprovante de residência e rendimento mensal, além dos documentos de todos os familiares que residem na casa.A secretária de Saúde, Fabiane Catalani, informa que o envolvimento do oftalmologista no desenvolvimento normal da visão começa logo o nascimento da pessoa, com realização do teste do reflexo vermelho. Interpretando a coloração desse reflexo lançado por uma fonte de luz coaxial no olho do recém-nascido, o médico oculista é capaz de já detectar tendências a problemas como catarata, tumores, traumas de parto, hemorragias ou malformações de córnea.“Se a pessoa não desenvolver satisfatoriamente sua visão durante a infância, o dano é irreversível. A visão de cada olho, assim como a visão binocular, só está plenamente desenvolvida por volta dos nove anos. Como muitos problemas oftalmológicos são silenciosos, freqüentemente as crianças chegam à idade escolar sem ter sido submetidas a exames preventivos.”, analisa Catalani que ressalta: “além do teste do reflexo vermelho, a faixa etária até dois anos deve passar por exames sobre anormalidades estruturais nos olhos e opacidades de meios, inspeção externas de olhos e pálpebras e exames de pupilas”.Ao longo da fase pré-escolar até cinco anos e onze meses, se for detectada falta de paralelismo nos olhos sua causa deve ser investigada pelo médico oftalmologista, porque geralmente vem acompanhada do não desenvolvimento visual do olho desviado (Ambliopia). O tratamento pode requerer prescrição de óculos e uso de tampão no olho bom para estimular a visão do olho desviado. Na fase pré-escolar, entre 5% e 10% das crianças já apresentam algum tipo de problema visual, como a Ambliopia, é estrabismo e erro de refração. Durante o 1º ano de vida, um simples distúrbio como o edema de uma pálpebra pode afetar o uso de um olho, prejudicando o desenvolvimento da visão ponto. Se for identificado imediatamente, a recuperação é total. Quando a criança entra na idade escolar, o exame oftalmológico ganha maior relevância, pois seu rendimento escolar pode ser diretamente prejudicado qualquer anormalidade na visão. Enxergando bem, a criança desempenha melhor seu aprendizado e se relaciona melhor com os colegas.
Na adolescência, a pessoa tem solicitação ainda maior da visão, ao utilizar freqüentemente o computador e, mas tarde, ao prestar carteira de habilitação ou para o vestibular. Numa sociedade competitiva como a nossa, ver bem pode ser a diferença entre se marginalizar ou se inserir no mercado de trabalho. Os controles periódicos são igualmente importantes nessa fase da vida, pois é quando se verifica, por exemplo, o avanço da miopia a atualização da receita fundamental.A importância do exame oftalmológico não se limita ao bom diagnóstico de lentes, mas a outros exames como cicloplegia, medição da pressão do olho e o exame do fundo do olho este permite identificar inúmeras doenças sistêmicas assim como avaliar a evolução do diabetes, da hipertensão arterial e do glaucoma as avaliações oftalmológicas periódicas contribuem para a manutenção de boa visão pelo restante da vida e a identificação precoce de várias doenças sistêmicas e oftalmológicas contribuindo para iniciar o tratamento em tempo hábil.
As modernas técnicas propiciadas por instrumentos de automação podem induzir a visão equivocada de que um exame oftalmológico é de fácil realização. Tal erro representa um risco na apropriação de conhecimentos e competências dessa técnica. A qualificação do médico oftalmologista ainda é um fator preponderante para um bom diagnostico. Os avanços dos novos métodos no tratamento da visão passaram a exigir ainda maior rigor cientifico por parte dos oftalmologistas e não o contrario. Além disso, avaliação oftalmológica de uma pessoa é realizada não apenas por métodos objetivos, mas depende também de critérios subjetivos, que só um médico oftalmologista desenvolveu ao longo da carreira. É preciso avaliar, por exemplo, a adaptação da pessoa às lentes propostas, a resolução de queixas, a dependência do uso, etc.O exame adequado depende de um acurado diagnostico feito pelo oftalmologista o que se obtém por meio de um exame detalhado e de uma boa orientação o médico analisa o conjunto de fatores da visão do paciente e individualiza seu diagnostico: Só ele tem a opção de prescrever a melhor opção.
Segundo Neco a importância de ter o desenvolvimento ocular ao longo da vida acompanhado por um oftalmologista, o único capacitado a receitar os óculos ao cidadão, é indiscutível. “Por isso que o primeiro passo é marcar uma consulta médica na Santa Casa ou na Policlínica, no Centro”, destaca, acrescentando que em seguida os pacientes que tenham renda familiar de até dois salários mínimos devem fazer o cadastro no CRAS portando os documentos de identidade, CPF, comprovante de residência e rendimento mensal, além dos documentos de todos os familiares que residem na casa.A secretária de Saúde, Fabiane Catalani, informa que o envolvimento do oftalmologista no desenvolvimento normal da visão começa logo o nascimento da pessoa, com realização do teste do reflexo vermelho. Interpretando a coloração desse reflexo lançado por uma fonte de luz coaxial no olho do recém-nascido, o médico oculista é capaz de já detectar tendências a problemas como catarata, tumores, traumas de parto, hemorragias ou malformações de córnea.“Se a pessoa não desenvolver satisfatoriamente sua visão durante a infância, o dano é irreversível. A visão de cada olho, assim como a visão binocular, só está plenamente desenvolvida por volta dos nove anos. Como muitos problemas oftalmológicos são silenciosos, freqüentemente as crianças chegam à idade escolar sem ter sido submetidas a exames preventivos.”, analisa Catalani que ressalta: “além do teste do reflexo vermelho, a faixa etária até dois anos deve passar por exames sobre anormalidades estruturais nos olhos e opacidades de meios, inspeção externas de olhos e pálpebras e exames de pupilas”.Ao longo da fase pré-escolar até cinco anos e onze meses, se for detectada falta de paralelismo nos olhos sua causa deve ser investigada pelo médico oftalmologista, porque geralmente vem acompanhada do não desenvolvimento visual do olho desviado (Ambliopia). O tratamento pode requerer prescrição de óculos e uso de tampão no olho bom para estimular a visão do olho desviado. Na fase pré-escolar, entre 5% e 10% das crianças já apresentam algum tipo de problema visual, como a Ambliopia, é estrabismo e erro de refração. Durante o 1º ano de vida, um simples distúrbio como o edema de uma pálpebra pode afetar o uso de um olho, prejudicando o desenvolvimento da visão ponto. Se for identificado imediatamente, a recuperação é total. Quando a criança entra na idade escolar, o exame oftalmológico ganha maior relevância, pois seu rendimento escolar pode ser diretamente prejudicado qualquer anormalidade na visão. Enxergando bem, a criança desempenha melhor seu aprendizado e se relaciona melhor com os colegas.Na adolescência, a pessoa tem solicitação ainda maior da visão, ao utilizar freqüentemente o computador e, mas tarde, ao prestar carteira de habilitação ou para o vestibular. Numa sociedade competitiva como a nossa, ver bem pode ser a diferença entre se marginalizar ou se inserir no mercado de trabalho. Os controles periódicos são igualmente importantes nessa fase da vida, pois é quando se verifica, por exemplo, o avanço da miopia a atualização da receita fundamental.A importância do exame oftalmológico não se limita ao bom diagnóstico de lentes, mas a outros exames como cicloplegia, medição da pressão do olho e o exame do fundo do olho este permite identificar inúmeras doenças sistêmicas assim como avaliar a evolução do diabetes, da hipertensão arterial e do glaucoma as avaliações oftalmológicas periódicas contribuem para a manutenção de boa visão pelo restante da vida e a identificação precoce de várias doenças sistêmicas e oftalmológicas contribuindo para iniciar o tratamento em tempo hábil.
As modernas técnicas propiciadas por instrumentos de automação podem induzir a visão equivocada de que um exame oftalmológico é de fácil realização. Tal erro representa um risco na apropriação de conhecimentos e competências dessa técnica. A qualificação do médico oftalmologista ainda é um fator preponderante para um bom diagnostico. Os avanços dos novos métodos no tratamento da visão passaram a exigir ainda maior rigor cientifico por parte dos oftalmologistas e não o contrario. Além disso, avaliação oftalmológica de uma pessoa é realizada não apenas por métodos objetivos, mas depende também de critérios subjetivos, que só um médico oftalmologista desenvolveu ao longo da carreira. É preciso avaliar, por exemplo, a adaptação da pessoa às lentes propostas, a resolução de queixas, a dependência do uso, etc.O exame adequado depende de um acurado diagnostico feito pelo oftalmologista o que se obtém por meio de um exame detalhado e de uma boa orientação o médico analisa o conjunto de fatores da visão do paciente e individualiza seu diagnostico: Só ele tem a opção de prescrever a melhor opção.
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